Por: Diogo Mainardi
“Eu queimaria pessoalmente qualquer livro israelense que se encontrasse nas bibliotecas do Egito”.
A frase é de Farouk Hosni, o ministro da Cultura egípcio. Ele a pronunciou num congresso de seu partido, em 10 de maio de 2008. O diretor do Centro Simon Wiesenthal acusou-o de se inspirar em outro ministro da Cultura incendiário: Josef Goebbels. Acusou-o também de ter disponibilizado a TV estatal do Egito a um notório negador do Holocausto, Roger Garaudy, o antigo filósofo comunista que se converteu ao islamismo — o Cat Stevens de Auschwitz.
Farouk Hosni é candidato ao cargo de presidente da UNESCO. Isso mesmo, da UNESCO: o organismo internacional que se ocupa prioritariamente de livros e bibliotecas. Quem o apóia? O Brasil. O Itamaraty. Lula. Celso Amorim. Apoiamos um antissemita. Apoiamos um queimador de livros. É o nosso “Fahrenheit 451” diplomático.
Mas o antissemitismo é só um dos aspectos escandalosos da candidatura de Farouk Hosni. Há outro. Uma das metas da UNESCO, segundo seus estatutos, é promover os princípios democráticos. Há até um departamento de Democracia na UNESCO, que zela pela liberdade de opinião e pela liberdade de imprensa. Farouk Hosni é ministro da Cultura do regime militar de Hosni Mubarak. O mesmo Mubarak que persegue seus opositores. O mesmo Mubarak que pretende transferir o poder para seu filho, Gamal. O mesmo Mubarak que tem a prerrogativa, entre muitas outras, de nomear os diretores dos principais jornais do país, todos pertencentes ao Estado. E tem mais: Farouk Hosni é o ministro da Cultura do Egito desde 1987. Isso significa que nosso candidato para a UNESCO, aquele que terá de tutelar os valores da democracia, da liberdade de opinião, da liberdade de imprensa, está enraizado no poder, em sua suserania ministerial, há exatamente 22 anos, protegido por um ditador.
Para apoiar Farouk Hosni, o Itamaraty abandonou a candidatura de um diplomata brasileiro, Márcio Barbosa. Especulou-se que isso poderia ser usado numa barganha com os países árabes para eleger Celso Amorim à chefia de outro organismo da ONU, a Agência Internacional de Energia Atômica. Celso Amorim negou esse propósito, declarando que o Brasil apoiaria a candidatura do sul-africano Abdul Minty para a AIEA. Faz sentido. Abdul Minty, assim como Celso Amorim e Lula, defende o programa nuclear iraniano, opondo-se a qualquer medida retaliatória contra o regime de Mahmoud Ahmadinejad, o negador do Holocausto, o Roger Garaudy radioativo, o Cat Stevens de Natanz. Ahmadinejad esnobou o convite de Lula para visitar o Brasil. Quem sabe Roger Garaudy aceite.
Fonte: Revista Veja
Secretária de Estado Hillary Clinton confessa que Obama trabalhará para desmantelar as leis mundiais que restringem o aborto
Kathleen Gilbert
WASHINGTON, D.C, 23 de abril de 2009 (LifeSiteNews.com) — Numa audiência da Comissão de Assuntos Externos da Câmara dos Deputados dos EUA ontem, a Secretária de Estado Hillary Clinton foi confrontada em seu compromisso declarado de promover a agenda global da eugenista Margaret Sanger, e foi questionada se o governo de Obama trabalharia para derrubar as leis pró-vida no mundo inteiro — Clinton confirmou essa prioridade.
Numa audiência para debater a política externa do governo de Obama, Chris Smith, deputado federal de Nova Jérsei, questionou Clinton nas declarações dela ao receber o prêmio Margaret Sanger da Federação de Planejamento Familiar em 27 de março. Clinton disse que ela estava “realmente deslumbrada” com a fundadora da Federação de Planejamento Familiar.
“O movimento de direitos reprodutivos do século 20, realmente personificado na vida e liderança de Margaret Sanger, foi um das coisas que mais transformaram a história inteira da raça humana”, Clinton havia dito. Ela também disse que o trabalho de Sanger “ainda não está terminado”.
Smith ontem perguntou para Clinton acerca dos elogios dela à agenda eugênica de Sanger, dizendo que “é extraordinariamente difícil ver como alguém poderia se deslumbrar” com Sanger, que “não guardava segredo nenhum” de suas opiniões.
“Com o respeito devido, senhora secretária, o legado de Sanger foi na verdade de transformação, mas não para melhor, se por acaso somos pobres, sem direitos, fracos, deficientes físicos, negros e bebês em gestação, ou entre os muitos tão chamados seres humanos indesejáveis que Sanger queria excluir e exterminar da raça humana”, disse Smith.
“Os livros e artigos de Sanger exalam desprezo por aqueles que ela considera indignos de viver”, continuou ele. “Sanger era uma eugenista e racista descarada, e eu cito aqui o que ela mesma declarou, “A coisa mais misericordiosa que uma família faz para um de seus bebês é matá-lo”.
“Ela também disse, em outra ocasião, ‘A eugenia é a via mais adequada e completa para solucionar os problemas raciais, políticos e sociais’”.
Smith perguntou, “Como parte do trabalho de Sanger que ainda não foi terminado”, se o governo de Obama busca “de algum modo enfraquecer ou derrubar as leis e políticas pró-vida em países africanos e latino-americanos, quer diretamente ou por meio de organizações multilaterais, inclusive e principalmente as Nações Unidas, a União Africana ou a Organização dos Estados Americanos, ou por meio de financiamento de ONGs como a Federação Internacional de Planejamento Familiar?”
Clinton respondeu: “Tenho a forte opinião de que você tem o direito de promover [o que você quiser] e todos os que concordam com você deveriam ter a liberdade de promover [o que você quiser] em qualquer lugar do mundo, e nós também temos esse direito”. (Vídeo em inglês com as respostas da Secretária Clinton: http://www.youtube.com/watch?v=-gEA97EnxE4)
Clinton confirmou que o governo de Obama define “saúde reprodutiva” como abrangendo o aborto e que “nós somos agora um governo que protegerá os direitos das mulheres, inclusive seus direitos à assistência de saúde reprodutiva”.
O deputado federal Jeff Fortenberry de Nebraska também disse para Clinton que ele estava “pasmo” com o compromisso dela com Sanger, e que ele estava “profundamente entristecido” com a resposta dela ao Dep. Smith.
“Sanger defendia a eliminação dos deficientes físicos, dos oprimidos das crianças negras”, objetou Fortenberry. “Não creio que essas ideologias têm um lugar em nossa sociedade pluralista”.
Condenando o uso de dinheiro de impostos para financiar o aborto em outros países como ”uma forma de neocolonialismo” que é “elitista, paternalista e uma agressão à dignidade dos pobres”, Fortenberry desafiou Clinton em vez disso a adotar uma política externa que “sustente os talentos da mulher e a vida abrigada dentro dela”.
Clinton respondeu frisando que a “escolha” de carregar ou matar um bebê em gestação tem de estar disponível “para todas as mulheres”.
Comentando acerca de uma declaração posterior sobre as observações de Clinton, Smith disse: “É evidente que a senhora Clinton e o presidente Obama querem forçar a tragédia do aborto nas mulheres ao redor do mundo, principalmente e inclusive em países em que líderes democraticamente eleitos querem continuar a proteger seus bebês em gestação.
“Há outros jeitos de se proteger, cuidar e ajudar as mulheres e os bebês, com alimentação, nutrição, água limpa e assistência de saúde que respeite a dignidade da vida”, disse ele.
“A incapacidade da Secretária Clinton de ver isso significará que mais bebês morrerão e mais mulheres sofrerão as conseqüências do aborto como resultado da política externa dos EUA em outros países”.
(Vídeo em inglês com as respostas da Secretária Clinton: http://www.youtube.com/watch?v=-gEA97EnxE4)
Políticas de Obama estão provocando mudanças
© 2009 WorldNetDaily
Uma nova pesquisa de opinião pública do Gallup indica que os americanos estão mudando fortemente para uma posição pró-vida. Essa mudança de posição reflete uma reação à percepção do que significa um verdadeiro pró-aborto para o presidente Barack Obama, de acordo com um analista.
“Barack Obama revelou o que significa ser pró-aborto — abortos financiados pelo dinheiro do contribuinte do imposto de renda, a eliminação de normas de bom senso, a anulação de normas que protegem médicos e serviços de saúde que não querem realizar abortos”, disse Wendy Wright, diretora de Concerned Women for America.
“Ser pró-aborto significa tirar as escolhas das pessoas — o direito à vida do bebê, o direito de uma mulher conhecer os danos do aborto antes de fazer tal cirúrgia, o direito do contribuinte de imposto de renda de não ser forçado a pagar pelo aborto de outras mulheres, a liberdade de serviços de saúde de não participarem de abortos”, disse ela.
A pesquisa do Gallup revelou que 51 por cento dos americanos agora se identificam como pró-vida e 42 como pró-aborto
A pesqsuisa descreveu a mudança como “significativa” em comparação com a pesquisa feita um ano atrás, quando os números eram contrários. Naquele ponto, 50 por cento se consideravam pró-aborto e 44 por cento se consideravam pró-vida.
Numa declaração, Wright comentou que o ultra-som é mais acessível agora, e as mulheres estão mais abertas a expressar remorso de abortos que fizeram. Mas ela disse que o acontecimento mais importante é o presidente mais pró-aborto da história dos EUA.
A pesquisa do Gallup disse: “É possível que, por meio de suas políticas de aborto, Obama esteja empurrando um pouco o público a entender que ser pró-aborto é ser politicamente esquerdista. Embora os democratas apóiem isso, como geralmente eles apóiam tudo o que Obama está fazendo, isso pode estar levando os outros na direção oposta”.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND
Para ler sobre Obama e sua obsessão de promover o aborto, veja estes artigos:
Tortura e morte no governo de Obama? Só para os inocentes
O primeiro ato de Obama como presidente
Rabinos dos EUA mostram solidariedade ao Vaticano contra medidas anti-vida de Obama
População precisa se mobilizar urgentemente
Julio Severo
Atenção: Publique e distribua amplamente esta mensagem
Está tramitando na Câmara dos Deputados o PL 6.418/2005, de autoria do senador petista Paulo Paim. Esse projeto, que já foi aprovado no Senado, está parado desde julho de 2007 na Comissão de Direitos Humanos e Minoria da Câmara dos Deputados.
O texto original do senador Paim, que foi aprovado no Senado, fortalece a luta contra o preconceito no Brasil — em si só, já preocupante, pois o Brasil socialista anti-“preconceito”, que aceita radicais antissemitas como o presidente do Irã, vem usando leis anti-preconceito para perseguir até mesmo líderes cristãos que alertam contra a bruxaria (ops, “cultura” afro-brasileira). Mesmo sem tal lei absurda, um livro do Pe. Jonas Abib contra a feitiçaria foi proibido na Bahia.
Para piorar, ao chegar à Câmara dos Deputados, o projeto sofreu um implante gayzista, onde como relatora a Dep. Janete Pietá, do mesmo PT de Lula que quer a todo custo criminalizar palavras contrárias ao homossexualismo, introduziu no PL um substantivo anti-“homofobia” que é pior que o PLC 122/2006.
O PL 6.418/2005 original, que já previa o banimento e recolhimento de toda literatura que o governo considere preconceituosa, agora também prevê o banimento e recolhimento de toda literatura que o governo considere “homofóbica”. Tal medida cedo ou tarde implicará em sério risco para a publicação e distribuição da Bíblia Sagrada e livros evangélicos e católicos que tratem desfavoravelmente o homossexualismo. Aliás, mesmo sem tal lei draconiana, um livro evangélico contra o homossexualismo no Mato Grosso do Sul foi judicialmente retirado das lojas.
Com esse projeto aprovado, programas de TV e rádio que apresentem o homossexualismo de forma desfavorável ou negativa serão censurados e proibidos. Consequências adicionais, cedo ou tarde, serão: Pais precisarão de autorização estatal antes de levar filhos a reuniões que critiquem o homossexualismo, pois a crítica ao homossexualismo (não a glorificação do homossexualismo nas escolas públicas) será considerada problema grave e impróprio para menores.
Igrejas e escolas cristãs acabarão tendo de assinar documentos estatais se comprometendo a retirar crianças e adolescentes de reuniões onde o homossexualismo não seja tratado da forma que o Estado impõe. Crianças e adolescentes, que são cada vez mais expostos a aulas pró-homossexualismo nas escolas públicas, não mais poderão ser expostos a pregações ou programas que critiquem o homossexualismo sem permissão direta do governo e Conselhos Tutelares, sob risco de os pais serem presos ou perderem a guarda dos filhos. E adivinhe para quem o governo acabará entregando a guarda?
Mesmo sem o implante gayzista no PL 6.418/2005, as conseqüências são sérias. Enquanto as crianças serão forçadas nas escolas públicas a aprender sobre a bruxaria vinda da África (ops, “cultura” afro-brasileira), os valores cristãos não poderão ser ensinados como cultura.
Programas e projetos do candomblé e umbanda serão promovidos como “cultura”, enquanto que toda crítica à bruxaria será considerada como “racismo” e “discriminação”. Um pastor negro do Rio de Janeiro está sofrendo covarde perseguição do Ministério Público por causa de uma lei anti-“preconceito”.
O PL 6.418/2005 é um projeto tão ameaçador que merece ser denunciado por todos os meios de comunicação que se preocupam com o bem-estar social. O PT tentou colocá-lo para uma votação sorrateira em agosto de 2007, mas eu e o Dr. Zenóbio Fonseca preparamos um alerta nacional contra essa manobra. (Para ler nosso alerta da época, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/alerta-gravssimo-o-brasil-est-sob-o.html)
Essa surpresa esquerdista desagradável só não teve êxito por causa dos olhos atentos de uma grande assessora evangélica. Graças ao excelente trabalho da Dr. Damares Alves, pudemos ter todas as informações confidenciais para conscientizar a população e dar uma “surpresa” para a manobra do PT.
Depois de nosso alerta, o projeto ficou parado. Fomos vitoriosos naquela batalha.
Agora, o monstro ressurge das sombras. Semana passada, líderes políticos assinaram um requerimento para que o PL 6.418/2005 anti-“homofobia” e anti-“preconceito” seja votado com urgência máxima no plenário da Câmara dos Deputados, sem nem mesmo antes ser votado na Comissão de Direitos Humanos e Minorias e na Comissão de Constituição e Justiça.
Aparentemente, acharam que, como o projeto estava parado há quase dois anos, todos já haviam esquecido. Começaram então a manobrar de novo.
Com a articulação do governo Lula, que apóia descaradamente a glorificação do homossexualismo e a criminalização de cristãos anti-sodomia, essa manobra tem tudo para ser aprovada no plenário da Câmara, sem maiores discussões.
Resta à população se mobilizar, antes que seja obrigada a engolir goela abaixo mais um “democrático” projeto do PT.
Quando o assunto é implantar leis contrárias à família e a vida, a esquerda não descansa. Essa é uma lição importante para todos os que defendem a vida e a família: Nunca descansar.
De que forma se mobilizar:
Escrevendo aos deputados. A lista completa dos emails deles está aqui, em formato Excel. Para fazer o download, é só clicar aqui.
Você pode também mandar mensagens aos deputados através do sistema automático da Câmara, clicando aqui.
Para ver o PL 6.418/2005 na íntegra, clique aqui.
Fonte: www.juliosevero.com
Por Olavo de Carvalho
À medida que se espalha a consciência da debacle total das nossas universidades públicas e privadas, cresce o número de brasileiros que, valentemente, buscam estudar em casa e adquirir por esforço próprio aquilo que já compraram de um governo ladrão – ou de ladrões empresários de ensino – e jamais receberam.
Quase dez anos atrás a Fundação Odebrecht – no mais, uma instituição admirável – me perguntou o que eu achava de uma campanha para cobrar do governo um ensino de melhor qualidade. Respondi que era inútil. De vigaristas nada se pede nem se exige. O melhor a fazer com o sistema de ensino era ignorá-lo. Se queriam prestar ao público um bom serviço, acrescentei, que tratassem de ajudar os autodidatas, aquela parcela heróica da nossa população que, de Machado de Assis a Mário Ferreira dos Santos, criou o melhor da nossa cultura superior. O meio de ajudá-los era colocar ao seu alcance os recursos essenciais para a auto-educação, que é, no fim das contas, a única educação que existe. Cheguei a conceber, para isso, uma coleção de livros e DVDs que davam, para cada domínio especializado do conhecimento, não só os elementos introdutórios indispensáveis, mas as fontes para o prosseguimento dos estudos até um nível que superava de muito o que qualquer universidade brasileira poderia não só oferecer, mas até mesmo imaginar.
Minha sugestão foi gentilmente engavetada, e, com ou sem campanha de cobrança, o ensino nacional continuou declinando até tornar-se aquilo que é hoje: abuso intelectual de menores, exploração da boa-fé popular, crime organizado ou desorganizado.
Na mesma medida, o número de cartas desesperadas que me chegam pedindo ajuda pedagógica multiplicou-se por dez, por cem e por mil, transcendendo minha capacidade de resposta, forçando-me a inventar coisas como o programa True Outspeak, o Seminário de Filosofia Online e outros projetos em andamento. E ainda não dou conta da demanda. As cartas continuam vindo, e o pedido que mais se repete é o de uma bibliografia filosófica essencial. É pedido impossível. O primeiro passo nessa ordem de estudos não é receber uma lista de livros, mas formá-la por iniciativa própria, na base de tentativa e erro, até que o estudante desenvolva uma espécie de instinto seletivo capaz de orientá-lo no labirinto das bibliotecas filosóficas. O que posso fazer, isto sim, é fornecer um critério básico para você aprender a discernir à primeira vista, entre os autores que falam em nome da filosofia, quais merecem atenção e quais seria melhor esquecer.
Tive a sorte de adquirir esse critério pelo exemplo vivo do meu professor, Pe. Stanislavs Ladusãns. Quando ele atacava um novo problema filosófico – novo para os alunos, não para ele –, a primeira coisa que fazia era analisá-lo segundo os métodos e pontos de vista dos filósofos que tinham tratado do assunto, em ordem cronológica, incorporando o espírito de cada um e falando como se fosse um discípulo fiel, sem contestar ou criticar nada. Feito isso com duas dúzias de filósofos, as contradições e dificuldades apareciam por si mesmas, sem a menor intenção polêmica. Em seguida ele colocava em ordem essas dificuldades, analisando cada uma e por fim articulando, com os elementos mais sólidos fornecidos pelos vários pensadores estudados, a solução que lhe parecia a melhor.
A coisa era uma delícia, para dizer o mínimo. Num relance, compreendíamos o sentido vivo daquilo que Aristóteles pretendera ao afirmar que o exame dialético tem de começar pelo recenseamento das “opiniões dos sábios” e tentar articular esse material como se fosse uma teoria única. Cada filósofo tem de pensar com as cabeças de seus antecessores, para poder compreender o status quaestionis – o estado em que a questão chegou a ele. Fora disso, toda discussão é puro abstratismo bocó, opinionismo gratuito, amadorismo presunçoso.
A conclusão imediata era a seguinte: a filosofia é uma tradição e a filosofia é uma técnica. Chega-se ao domíno da técnica pela absorção ativa da tradição e absorve-se a tradição praticando a técnica segundo as várias etapas do seu desenvolvimento histórico.
Note-se a imensa diferença que existe entre adquirir pura informação, por mais erudita que seja, sobre as idéias de um filósofo, e levá-las à prática fielmente, como se fossem nossas, no exame de problemas pelos quais sentimos um interesse genuíno e urgente. A primeira alternativa mata os filósofos e os enterra num sepulcro elegante. A segunda os revive e os incorpora à nossa consciência como se fossem papéis que representamos pessoalmente no grande teatro do conhecimento. É a diferença entre museologia e tradição. Num museu pode-se conservar muitas peças estranhas, relíquias de um passado incompreensível. Tradição vem do latim traditio, que significa “trazer”, “entregar”. Tradição significa tornar o passado presente através da revivescência das experiências interiores que lhe deram sentido. A tradição filosófica é a história das lutas pela claridade do conhecimento, mas como o conhecimento é intrinsecamente temporal e histórico, não se pode avançar nessa luta senão revivenciando as batalhas anteriores e trazendo-as para os conflitos da atualidade.
Muitas pessoas, levadas por um amor exagerado à sua independência de opiniões (como se qualquer porcaria saída das suas cabeças fosse um tesouro), têm medo de deixar-se influenciar pelos filósofos, e começam a discutir com eles desde a primeira linha, isto quando já não entram na leitura armadas de uma impenetrável carapaça de prevenções.
Com o Pe. Ladusãns aprendíamos que, no conjunto, as influências se melhoram umas às outras e até as más se tornam boas. Incorporadas à rede dialética, mesmo as cretinices filosóficas mais imperdoáveis em aparência acabam se revelando úteis, como erros naturais que a inteligência tem de percorrer se quer chegar a uma verdade densa, viva, e não apenas acertar a esmo generalidades vazias.
Algumas regras práticas decorrem dessas observações:
1. Quando você se defrontar com um filósofo, em pessoa ou por escrito, verifique se ele se sente à vontade para raciocinar junto com os filósofos do passado, mesmo aqueles dos quais “discorda”. A flexibilidade para incorporar mentalmente os capítulos anteriores da evolução filosófica é a marca do filósofo genuíno, herdeiro de Sócrates, Platão e Aristóteles. Quem não tem isso, mesmo que emita aqui e ali uma opinião valiosa, não é um membro do grêmio: é um amador, na melhor das hipóteses um palpiteiro de talento. Muitos se deixam aprisionar nesse estado atrofiado da inteligência por preguiça de estudar. Outros, porque na juventude aderiram a tal ou qual corrente de pensamento e se tornaram incapazes de absorver em profundidade todas as outras, até o ponto em que já nada podem compreender nem mesmo da sua própria. Uma dessas doenças, ou ambas, eis tudo o que você pode adquirir numa universidade brasileira.
2. Não estude filosofia por autores, mas por problemas. Escolha os problemas que verdadeiramente lhe interessam, que lhe parecem vitais para a sua orientação na vida, e vasculhe os dicionários e guias bibliográficos de filosofia em busca dos textos clássicos que trataram do assunto. A formulação do problema vai mudar muitas vezes no curso da pesquisa, mas isso é bom. Quando tiver selecionado uma quantidade razoável de textos pertinentes, leia-os em ordem cronológica, buscando reconstituir mentalmente a história das discussões a respeito. Se houver lacunas, volte à pesquisa e acrescente novos títulos à sua lista, até compor um desenvolvimento histórico suficientemente contínuo. Depois classifique as várias opiniões segundo seus pontos de concordância e discordância, procurando sempre averiguar onde uma discordância aparente esconde um acordo profundo quanto às categorias essenciais em discussão. Feito isso, monte tudo de novo, já não em ordem histórica, mas lógica, como se fosse uma hipótese filosófica única, ainda que insatisfatória e repleta de contradições internas. Então você estará equipado para examinar o problema tal como ele aparece na sua experiência pessoal e, confrontando-o com o legado da tradição, dar, se possível, sua própria contribuição original ao debate.
É assim que se faz, é assim que se estuda filosofia. O mais é amadorismo, beletrismo, propaganda política, vaidade organizada, exploração do consumidor ou gasto ilícito de verbas públicas.
Matt Barber
Exclusivo: Matt Barber cita semelhanças surpreendentes entre os “progressistas” e os sacrificadores de crianças
“O que foi tornará a ser, o que foi feito se fará novamente; não há nada novo debaixo do sol”. (Eclesiastes 1:9 NVI)
Os liberais de hoje — ou “progressistas”, nome mais discreto pelo qual preferem ser chamados — atuam movidos por uma idéia errada e estranha. Em outras palavras, não há nada nem de longe “progressista” nos dogmas fundamentais de sua cega religião humanista e secular. Aliás, o liberalismo moderno é em grande parte a versão recauchutada e esterilizada de uma mitologia antiquada — uma mitologia que existe antes do único movimento que realmente traz progresso: o Cristianismo bíblico.
Enquanto eu estava visitando a Igreja Evangélica Presbiteriana Rivermont em Lynchburg, Va., poucas semanas atrás, ouvi uma pregação preocupante, mas que me levou a pensar muitas coisas. O Pr. John Maybray falou sobre o antigo costume cananita da adoração a Baal e, embora não tenha revelado por nome, ele fez uma ligação com seu descendente moderno: o esquerdismo e o liberalismo. Baal, o deus da fertilidade que era meio touro e meio homem, era o ponto central da idolatria pagã no Israel semítico antes de Deus ter revelado Sua natureza monoteísta para os precursores do Judaísmo.
Em seu sermão, o Pr. Maybray ilustrou que, embora tenham adquirido um aroma mais moderno, os princípios fundamentais da adoração a Baal permanecem vivos e muito bem hoje. As principais colunas do baalismo eram o sacrifício de crianças, a imoralidade sexual (tanto heterossexual quanto homossexual) e o panteísmo (adoração da criação acima do Criador).
A adoração ritualística a Baal, em resumo, parecia um pouco deste jeito: Os adultos costumavam se reunir em volta do altar de Baal. Recém-nascidos eram então queimados vivos como oferta sacrificial ao deus Baal. Em meio a gritos horríveis e ao cheiro de carne humana queimada, os adoradores — homens e mulheres, sem distinção — se engajariam em orgias bissexuais. O ritual da conveniência tinha como propósito produzir prosperidade econômica estimulando Baal a mandar chuvas para que a “mãe terra” experimentasse fertilidade.
As conseqüências naturais de tal conduta — gravidez e parto — e os pesos financeiras associados às “gravidezes não planejadas” eram facilmente resolvidos. O adorador poderia escolher se engajar em relações homossexuais ou poderia simplesmente — com a disponibilização legal do sacrifício de crianças — participar de outra cerimônia de fertilidade para eliminar o bebê indesejado.
O liberalismo moderno é pouca coisa diferente de seu antigo antecessor. Embora seus rituais macabros tenham sido modificados e maquiados com termos floridos e eufemistas de arte, seus principais dogmas e práticas permanecem assustadoramente semelhantes. A adoração da “fertilidade” foi substituída pela adoração da “liberdade reprodutiva” ou “liberdade de escolha”. Os sacrifícios de crianças por meio de oferendas de fogo foram atualizados, ainda que levemente, para se tornarem sacrifícios de crianças por meio de abortos cirúrgicos ou químicos. A promoção, prática e celebração ritualista da imoralidade e promiscuidade heterossexual e homossexual foram cuidadosamente camufladas — e adotadas com entusiasmo — pelas religiões do feminismo radical, do movimento homossexual militante e do movimento que quer implantar abrangente educação sexual nas escolas. E a adoração panteísta da “mãe terra” foi substituída — apenas no nome — pelo ambientalismo radical.
Entretanto, não são somente aqueles que se intitulam “progressistas” ou humanistas seculares que adotaram as colunas fundamentais do baalismo. Nestes tempos pós-modernos, estamos lamentavelmente vendo o advento do “Cristianismo emergente”, que é contrário à Bíblia, ou como prefiro chamá-lo, “semi-Cristianismo”.
Essa tendência é meramente um liberalismo todo embonecado e imerecidamente carimbado como “cristão”. É um jeito de ideólogos esquerdistas terem seu “cristianismo” e o praticarem. Sob o pretexto da “justiça social”, seus seguidores muitas vezes apóiam — ou pelo menos desculpam — as mesmas políticas pró-homossexualismo, pró-aborto e pró-ambientalismo radical promovidas pelos modernos adoradores de Baal.
Embora a “esquerda cristã” represente uma minoria insignificante dentro do Cristianismo maior, apesar disso os meios de comunicação liberais abraçaram a causa deles e adotaram a popularidade deles entre as elites como prova de que a tão chamada “direita cristã” (leia-se: Cristianismo bíblico) está perdendo influência — que o Cristianismo está, de certo modo, “acompanhando a evolução dos tempos”.
Pelo fato de que o Cristianismo emergente não consegue passar pelo teste de autenticidade toda vez que é sujeito ao exame bíblico mais leve, suspeito que com o tempo ele acabará em grande parte se extinguindo. Mas isso não absolve os líderes evangélicos de sua obrigação de cobrar explicações acerca dessa heresia de outros líderes envolvidos nessa revolução contrária aos princípios bíblicos. Não é uma questão de direita versus esquerda; é uma questão de certo e errado — de princípios bíblicos versus princípios não bíblicos.
Apesar disso, as colunas acima mencionadas do baalismo pós-moderno — aborto, relativismo sexual e ambientalismo radical — quase que certamente farão rápido progresso nos próximos quatro a cinco anos, com ou sem a ajuda da esquerda cristã. Os deuses do liberalismo têm um novo sacerdote supremo na pessoa de Barack Obama, e desfrutam muitos seguidores devotos nos meios de comunicação liberais, nas instituições de ensino e no Congresso controlado pelos liberais democratas.
Tanto a agenda social de Obama quanto a agenda do 111º Congresso americano abundam de desenfreados objetivos de aborto, liberdade sem ética, homossexualismo e ambientalismo radical. O mesmo tipo de “esperança, ação e mudança”, suponho eu, que os cananitas de Baal do passado engoliram.
Portanto, o liberalismo de hoje é realmente apenas um velho livro com uma lustrosa capa nova. Uma filosofia enraizada nas antigas tradições pagãs, das quais nada há para se orgulhar.
É verdade: “não há nada novo debaixo do sol”.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND
Fundação Liberdade e Cidadania, órgão de pesquisa e assessoramento
do partido Democratas, juntamente com o grupo Vigilância Democrática
(VIDE), coordenado em Campinas por César Kyn d'Ávila, inauguram no dia
30 de abril o ciclo de palestras "Brasil - Escolhendo o Futuro" que
terá prosseguimento até o final do ano. A palestra introdutória que
leva o mesmo nome do ciclo, será ministrada no dia 30 de abril pelo
médico Antonio Roberto Batista, mestre em sociologia pela USP,
especialista em filosofia pela PUC-Campinas. A mesa será presidida
pelo deputado federal Guilherme Campos (DEM-SP). As outras palestras
serão realizadas sempre na última quinta-feira de cada mês abordando
política, economia e educação. A inscrição é gratuita, mas as vagas
são limitadas.
Palestra: Brasil-Escolhendo o Futuro
Resumo: “O nosso futuro como sociedade é influenciado pelo nosso
passado, mas não está escrito em lugar algum como destino
irrecorrível. Depende, em grande parte, das escolhas que fizermos e
escolhas são feitas com base em idéias, conceitos e valores. Portanto,
devemos refletir sobre as bases das nossas preferências e convicções,
pois serão estas que condicionarão, em grande medida, o trajeto que
seguiremos e o legado que deixaremos.”
Data: 30 de abril
Horário: 19h
Local: Hotel Monreale Classic
Endereço: Avenida Aquidabã, 280. Campinas, SP.
Inscrições pelo email: editor@vigilanciademocratica.org
Informações: 19-9215-7350
Estimados amigos
A ONU, controlada por radicais, esperou Bush sair do governo para poder iniciar suas reunião para a implantação de poderosas políticas globais de aborto e perversão sexual.
Veja meu importante alerta aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2008/12/o-que-esperar-de-barack-obama.html
O Brasil está tendo papel de destaque nessas reuniões, promovendo “direitos reprodutivos”, que é uma linguagem camaleônica para esconder a promoção do aborto. Isto é, a delegação diplomática do Brasil, que é sustentada pelos suados impostos que VOCÊ paga, está representando o Brasil — inclusive VOCÊ — ao defender o aborto na ONU.
Não é preocupante que seus impostos estão sendo usados para pagar o salário, viagens e despesas altíssimas de indíviduos totalmente ineptos que trabalham para promover o assassinato de crianças?
Se você está revoltado, ajude a divulgar este email.
Julio Severo
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Delegações latino-americanas parecem trair eleitores pró-vida de seus países
Dr. Piero A. Tozzi
(NOVA IORQUE — C-FAM) Líderes pró-vida da América Latina estão questionando a atuação de suas delegações este ano na reunião da Comissão sobre População e Desenvolvimento (CPD) das Nações Unidas, e o quadro é preocupante. O Brasil, com o apoio do Uruguai, promoveu “direitos reprodutivos*” durante a semana inteira em que durou a sessão, enquanto só dois países — Peru e Chile — mostraram reservas afirmando que o aborto permanece ilegal em seus países.
Com o começo da conferência da CPD na semana de 30 de março, países do mundo em desenvolvimento conhecidos como o G-77 se reuniram para desenvolver posições comuns, principalmente sobre a polêmica linguagem de “direitos sexuais e reprodutivos” que apareceu na resolução inicial que foi rascunhada.
Muitos países, principalmente muçulmanos, propuseram que tal linguagem não era apropriada para a Segunda Comissão da Assembléia Geral, cuja competência são questões econômicas e financeiras, mas em vez disso deveria ser debatida na Terceira Comissão, que rotineiramente lida com questões sociais polêmicas. Isso deveria ter sido uma vitória para os ativistas pró-vida. Contudo, o Brasil, o Uruguai e a Colômbia bloquearam a proposta, enquanto as delegações do Chile, Peru e Honduras deram apoio tácito à posição do Brasil.
Durante todas as negociações, o Brasil adotou posições radicais a favor de direitos reprodutivos*, e recebeu apoio freqüente do Uruguai. Fontes informaram Friday Fax que o Brasil estava “trabalhando” em particular com as delegações da Argentina e Peru para que também adotassem posições mais extremas.
A atuação dos representantes de Honduras, um país fortemente pró-vida cuja constituição estabelece que as crianças em gestação geralmente possuem os mesmos direitos das crianças nascidas, foi especialmente desapontadora. Fontes dentro das negociações informaram Friday Fax que em certas ocasiões parecia que a delegação mais radical do Uruguai teve permissão de falar por Honduras, e que Honduras emprestou seu nome para duas propostas polêmicas, uma das quais reivindicava a introdução da linguagem “serviços de saúde reprodutiva” que alguns interpretaram como incluindo aborto.
A delegação do Uruguai foi criticada como sendo dirigida por ideologias. Um ano atrás, o Uruguai foi representado na CPD por um demógrafo profissional do Instituto Nacional de Estadistica que fez uma apresentação objetiva e não ideológica sobre os desafios que uma população cada vez mais envelhecida e a emigração de jovens representam para o desenvolvimento nacional do Uruguai. No entanto, neste ano o Uruguai enviou um representante político do Ministério das Relações Exteriores que elogiou iniciativas para realizar a “redução da fertilidade” como parte de medidas contínuas de “saúde sexual e reprodutiva”.
Em contraste, apesar dos esforços de certos delegados pró-aborto do México, inclusive um que foi nomeado do Grupo de Información en Reproducción Elegida, para levar a delegação mexicana a avançar a linguagem de direitos reprodutivos, no meio da semana o México moderou sua postura. Alguns atribuíram isso à intervenção direta da presidência mexicana. Alguns discerniram uma mudança semelhante na posição do Peru durante o decorrer da semana.
No final da conferência, só o Peru e o Chile concluiriam explicitamente defendendo as leis e constituições pró-vida de seus países, com a declaração peruana sendo a mais forte dos dois. Outros países latino-americanos cujas constituições explicitamente protegem os bebês em gestação, inclusive a Guatemala e o Paraguai, permaneceram em silêncio.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Viver é com certeza o mais precioso privilégio que temos. A nossa
existência adquire valor na medida em que vivemos para o nosso Criador
e para o nosso próximo. Há muitos que passam seus dias apenas em função
de si mesmos, de coisas e ou de problemas, sem perceber que o
significado da vida está além disto.
Como marcar a nossa vida e torná-la significativa?
Viva para Deus. Estar em comunhão com o Senhor nosso Deus é com certeza
aquilo que de mais importante podemos fazer na vida. Quando o homem
estava no jardim do Éden, ao final de cada dia o Senhor chamava-o para
comunhão com ele. Isto significava o melhor tempo do dia para o homem.
Se estar com o Senhor é ganho, a maior de todas as perdas é afastar-se
dele. O filho pródigo só se deu conta do que tinha na casa de seu pai,
quando ficou na completa miséria. Que não precisemos ficar em fracasso
para sabermos que Deus é o objetivo maior de nossa vida. Ficar vazio de
Deus é deixar de viver.
Viva para o próximo. O individualismo é uma das tristes marcas da
pos-modernidade. Viver exclusivamente para si é perder aprendizado.
Crescemos na medida que nos relacionamos com as pessoas ao nosso redor.
As diferenças com nosso próximo aumentam nossa compreensão a seu
respeito, e o lidar com elas nos torna mais sábios. Aprendemos com todo
tipo de pessoa na medida em que convivemos. Há pessoas que desejaremos
imitar, ao passo que haverá comportamentos que rejeitaremos por
completo. O conhecimento de Deus é que nos dará sabedoria para
discernir os melhores e piores exemplos.
Mas, somos chamados a sair da casca do individualismo. Vivemos quando
nos desprendemos de nós mesmos em função de servir aos outros, na
medida em que damos, com o mesmo amor que Cristo deu, sem esperar
recompensas ou retribuições imediatas. Vivemos nos importando em suprir
positivamente as necessidades do nosso próximo em meio à sua dor e seu
sofrimento. Vivemos ao influenciarmos e deixarmos nos outros marcas de
amor: gestos, sorrisos, lágrimas, suor, auxílio, carregar junto a
carga, compartilhar seu sofrimento, encorajar nos momentos de desânimo
e atravessando as dificuldades confiando na graça e na misericórdia de
Deus.
Louvar e adorar a Deus com gratidão em nossos corações.
Pr. André Ribeiro (Igreja do Nazareno Central de Campinas) http://www.nazareno.com.br
Petistas transformam lei sobre peixes em máquina secreta para expandir e fortalecer os objetivos do movimento homossexual em todo o Brasil
Julio Severo
Algo está cheirando a peixe podre no governo do rei Lula. Como se já não bastassem os cavalos-de-tróias para promover leis anti-“homofobia”, agora o PT criou o “peixe-de-tróia”. Está tramitando no Congresso Nacional o PL 3960/2008, de autoria do Poder Executivo, o qual dispõe sobre o Ministério da Pesca e Aquicultura.
Aparentemente, a intenção original do projeto era lidar apenas com peixes. Mas então, políticos petistas tiveram a inspiração de sequestrá-lo para outro objetivo. Afinal, quem é que desconfiaria que a agenda gay poderia vir embutida numa legislação sobre peixes? Foi com tal inspiração que a deputada Irini Lopes (do PT do Espírito Santo) apresentou a emenda 34 ao PL 3960/2008.
Normalmente, a emenda de um projeto de peixes deveria tratar apenas de peixes. Contudo, a emenda 34, conforme o Dr. Paulo Fernando de Melo explica, estabelece “o Conselho Nacional com inúmeros cargos para gays, bissexuais, travestis e transexuais, equiparando-o aos Conselhos da Criança e do Adolescente, ao Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência e ao Conselho Nacional dos Direitos do Idoso”.
Em si, a emenda 34, que nada tem a ver com peixes, cria o “Conselho Nacional de Promoção da Cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais”, com cargos de salários elevados. Além disso, a emenda diz:
Por fim, a alteração proposta altera o atual Conselho Nacional de Combate à Discriminação, que passa a trabalhar com foco e denominação mais específicos, referentes aos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais — LGBT, uma vez que as demais competências já encontram forum específicos, a saber: o Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial — CNPIR, que tem “por finalidade propor, em âmbito nacional, políticas de promoção da igualdade racial com ênfase na população negra e outros segmentos étnicos da população brasileira, com o objetivo de combater o racismo, o preconceito e a discriminação racial e de reduzir as desigualdades raciais, inclusive no aspecto econômico e financeiro, social, político e cultural, ampliando o processo de controle social sobre as referidas políticas”.
O relator do PL 3960/2008 é o deputado José Cirilo (do PT do Ceará).
O projeto está tramitando em caráter de urgência e, se não houver oposição, o “peixe-de-tróia” vai passar despercebido por uma maioria de deputados habitualmente desatenta às tramas e más intenções do governo.
Depois do “peixe-de-tróia”, o que mais os esquerdistas planejarão? Insinuarão que os peixes são contra a “homofobia”?
Aliás, bem ao estilo comunista que impõe em tudo propaganda enganosa para suas políticas absurdas, a campanha “Brasil Sem Homofobia” quer atingir terra, mar e céu — tendo já inundado o Brasil com panfletagem homossexual, querendo agora usar os peixes do mar e, se Deus deixasse, os petistas pregariam adesivos “Céu sem homofobia” nas asas dos anjos.
Quando o assunto é sodomia, a depravação socialista não tem limites. Se não poupam nem crianças das escolas, como pouparão os peixes?
Fonte: www.juliosevero.com
Oi Anamerari, Bom dia! Falo português sim. É que pela correria do dia-a-dia acabo por, na maior parte das vezes,... read more
on Igreja Cristã é atacada em Michigan