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Comentário de Julio Severo: O texto abaixo, publicado originalmente no jornal esquerdista The New York Times, foi reproduzido em português pelo portal Terra. Infelizmente, a ênfase e preocupação principal do The New York Times não são a corrupção e a malandragem dos grupos esquerdistas, mas o conservador que os está incomodando. Por pura coincidência, as ONGs desmascaradas receberam milhões de dólares de Obama.
A seguir, matéria do The New York Times com todo o seu peso esquerdista em cima do jovem que está irritando os esquerdistas americanos:
Provocador político irrita esquerda nos EUA pelo YouTube
James E. O'Keefe é um ativista norte-americano de 25 anos cuja câmera escondida eletrizou o Congresso dos Estados Unidos na semana passada ao apresentar vídeos polêmicos mostrando comportamentos impróprios de funcionários de uma associação nacional, a Acorn, que reúne organizações comunitárias e recebe verbas do governo federal. Até mesmo o presidente Barack Obama comentou o fato neste final de semana.
É a pegadinha na era da internet, um instrumento político fatalmente efetivo que O'Keefe ajudou a iniciar entre seus colegas universitários. Ele irritou liberais ao convidá-los a serem amigos de correspondência de terroristas detidos e, mais morbidamente, gravou a equipe da organização de planejamento familiar Planned Parenthood concordando com a condição de que sua doação serviria apenas para o aborto de bebês negros.
Mas nunca seu trabalho teve tanto impacto quanto desta vez em que expôs funcionários da Acorn. Disfarçados de cafetão e prostituta, O’Keefe e uma amiga que conheceu pelo Facebook, Hanna Giles, de 20 anos, realizaram visitas a vários escritórios da organização Acorn e mostraram seus funcionários de baixo-escalão em cinco diferentes cidades ávidos por ajudar em evasão fiscal, tráfico humano e prostituição infantil.
Os vídeos começaram incendiando programas de entrevista conservadores e se disseminaram pela imprensa dos Estados Unidos e pelo Congresso, enquanto O’Keefe e Giles revelavam outros vídeos de mais cidades onde funcionários da Acorn haviam se portado mal. O apresentador Jon Stewart, do célebre programa de TV "Daily Show", do canal Comedy Central, deu destaque para os vídeos e, na quinta-feira, uma proposta na Câmara de Deputados de cortar todo o dinheiro federal para a ACORN foi aprovada por 345 a 75 votos.
Em entrevista telefônica na noite de quinta-feira, enquanto ele editava ainda mais gravações sobre a Acorn, O’Keefe disse que quando aceitou a ideia de Giles para visitarem a associação, "pensei que conseguiríamos alguns trechos" que valeriam a pena postar na web. "Sou um nerd magrelo, o cafetão menos convincente do mundo", disse.
Apesar disso, uma sucessão de funcionários da Acorn aconselhou o casal sobre como traficar garotas salvadorenhas para os Estados Unidos, falsificar um pedido de empréstimo para comprar uma casa que seria usada como bordel e até declarar as prostitutas menores de idade como dependentes, para retornos fiscais.
"Foi uma surpresa absoluta", disse O'Keefe. Mas isso é um padrão frequente em suas excêntricas operações, disse ele: "As pessoas me falam, 'Eles nunca vão dizer sim', mas sempre dizem". Repetidas vezes, seus pedidos encontraram respostas crédulas, ignorantes ou incriminadoras, criando minutos instigantes na internet.
Quando ligou para um escritório da Planned Parenthood em Columbus, Ohio, para dizer que queria financiar abortos de minorias, afirmando que "havia negros demais em Ohio", o assistente administrativo riu ao telefone e concordou com seus termos.
Quando ligou para a filial de Idaho, um prestativo oficial de desenvolvimento lhe disse que "com certeza" poderia direcionar sua doação somente a abortos de bebês afro-americanos, não levantando qualquer objeção mesmo após a explicação de que seu objetivo era proteger seu filho de competição futura no vestibular devido a ações afirmativas.
Em nota na sexta-feira, a Planned Parenthood afirmou que "gravações fortemente editadas e sem consistência foram parte de uma campanha para macular a imagem da Planned Partenhood através de alegações falsas".
A Acorn respondeu inicialmente de maneira semelhante, mas mudou de tom esta semana, dizendo que havia afastado funcionários e melhoraria o treinamento e a supervisão.
O'Keefe já está sendo comparado até mesmo ao célebre documentarista americano Michael Moore. Mas nem todos os conhecidos de O'Keefe concordam. "Michael Moore vai atrás dos ricos e poderosos. James não está fazendo isso. Ele vai atrás de burocratas de baixo escalão e pessoas que estão tentando ajudar pessoas de baixa renda", afirmou um ex-colega da universidade de O'Keefe, Liz Farkas.
Filho de um engenheiro de materiais e uma fisioterapeuta, O'Keefe cresceu em Westwood, Nova Jersey, tornou-se escoteiro e estrelou no musical "Crazy for You" no último ano do colégio. Após se formar em Filosofia da Universidade de Rutgers em 2006, ele trabalhou por um ano no Leadership Institute, grupo sediado nos arredores de Washington que treina jovens conservadores em campi universitários. O'Keefe era "muito eficaz e muito entusiasmado", disse Morton Blackwell, fundador do instituto.
Mas Blackwell conta que O'Keefe foi convidado a se retirar porque havia a preocupação de que seu trabalho em vídeo pudesse violar regras da agência de fiscalização tributária americana que impedem que grupos sem fins lucrativos tentem influenciar a legislação.
O'Keefe disse considerar o escritor britânico G. K. Chesterton sua "referência intelectual" e se chama de "radical progressivo", não um conservador, porque quer mudar as coisas, "não mantê-las". Mas suas opiniões, descritas por ele como pró-mercado e antigoverno, se parecem com o conservadorismo tradicional.
Será que toda cobertura da mídia sobre seu último projeto o tornou célebre demais para se disfarçar novamente? O'Keefe descartou a ideia. "Francamente, estou só começando", disse ele.
Tradução: Amy Traduções
Fonte: The New York Times e Terra
Divulgação: www.juliosevero.com
Com a iminente oficialização da candidatura de Barack Obama à presidência dos EUA, torna-se cada dia mais forte a exposição, pela grande mídia, de uma pergunta capciosa: “Estarão os EUA preparados para ter seu primeiro presidente negro?”.
O que na aparência é uma simples pergunta, na verdade esconde em si uma série de armadilhas retóricas. Essa linha de raciocínio não é nova, muito menos o populismo messiânico esbanjado pelo candidato que, sem dúvida, é o escolhido da mídia mundial.
Já que vamos falar das armadilhas retóricas montadas pela imprensa e pelo próprio candidato, analisemos a frase:
Parte 1: “Estarão os EUA preparados para…”
Já na primeira parte da pergunta vemos o quão invertidos estão os papéis nesse caso. São os EUA que devem provar estar preparados para Obama? Não seria Obama, um candidato inexperiente e até há pouco tempo desconhecido do grande público, quem deveria mostrar seu preparo para comandar a maior economia do planeta?
Sem dúvida se trata de um grande orador, com apuradas técnicas retóricas; mas quais as suas credenciais administrativas, político-econômicas e diplomáticas? Nenhuma, fora o fato de já ter dito que não vê problema algum em dialogar com terroristas (Hamas) e com países que diariamente trabalham para a destruição dos EUA (Cuba e Irã). Para nós, no Brasil, há ainda um plus: Obama já disse que considera a Amazônia um “recurso global”.
Parte 2: “…ter seu primeiro presidente negro?”
Aqui é feito o gran finale da amarração retórica: quem não vota em Barack Hussein Obama é racista. Não tem importância se o cidadão escolhe votar em John McCain por convicções pessoais: é racista.
Se uma pessoa não vota no Candidato Democrata por achar que ele é despreparado e inexperiente (além de cultivar ligações perigosas), logo se trata de um WASP (White Anglo-Saxan and Protestant) querendo manter o establishment que garante os seus privilégios sobre a “classe oprimida”. Obviamente que se trata de uma “classe oprimida” que possui toda sorte de super-poderes, inclusos aí cotas em universidades e em empregos públicos.
Porém, ainda mais perverso é o seguinte: o único lado que demonstrou preconceito até o momento foi o de Obama. Descaradas manifestações de apoio por parte dos black panthers (grupo que prega a supremacia negra), aliadas às declarações de Jeremy Wright, pastor da igreja que Barack Obama freqüentava, cheias de conteúdo odioso contra aos EUA e a população branca. Isso sem contar as denúncias de que Obama teria empregado em seu gabinete no Senado dois membros do grupo ultra-radical Nation of Islam.
Conclusão: nada disso importa para a mídia.
A mídia mundial irá continuar apoiando Obama. Exceção feita a uns poucos veículos nos EUA, todos os grandes jornais, canais de TV e sites na internet estão claramente do lado Democrata. É grande a desproporcionalidade entre o número de eleitores republicanos dentro das redações e na população em geral.
As primeiras denúncias contra o racismo dentro da campanha de Obama surgiram na internet, para depois de muito tempo explodirem na grande mídia, quando o silêncio acerca desses fatos se tornou impossível. Mas será que os fatos e notícias vinculados por blogs independentes serão capazes de fazer frente ao poder de Obama na mídia? Fica a pergunta.
Daniel Souza
Da Fox News, em Inglês:
Farrakhan Praises Obama as ‘Hope of Entire World’
CHICAGO — In his first major public address since a cancer crisis, Nation of Islam Minister Louis Farrakhan said that presidential candidate Barack Obama is the “hope of the entire world” that the U.S. will change for the better. The 74-year-old Farrakhan, former leader of the black Muslim group, never endorsed Obama outright, but spent much of his nearly two-hour speech Sunday to an estimated crowd of 20,000 people praising the Illinois senator.
“This young man is the hope of the entire world that America will change and be made better,” he said. “This young man is capturing audiences of black and brown and red and yellow. If you look at Barack Obama’s audiences and look at the effect of his words, those people are being transformed.”
Farrakhan compared Obama to the religion’s founder, Fard Muhammad, who also had a white mother and black father.
“A black man with a white mother became a savior to us,” he told the
crowd of mostly followers. “A black man with a white mother could turn
out to be one who can lift America from her fall.”
Farrakhan also leveled small jabs at Hillary Rodham Clinton, Obama’s rival for the Democratic nomination, suggesting that she represents the politics of the past and has been engaging in dirty politics.
Said Obama campaign spokesman Bill Burton: “Sen. Obama has been clear in his objections to Minister Farrakhan’s past pronouncements and has not solicited the minister’s support.”
Farrakhan rebuilt the Nation of Islam, which promotes black empowerment and nationalism, in the late 1970s after W.D. Mohammed, the son of longtime leader Elijah Mohammed, moved his followers toward mainstream Islam.
Farrakhan has drawn attention for calling Judaism a “gutter religion” and suggesting crack cocaine might have been a CIA plot to enslave blacks.
In recent years, however, officials with the Nation of Islam have promoted unity and tolerance among religions. Farrakhan now often quotes the texts of other religions, such as the Bible, in his speeches.
Farrakhan’s keynote address at McCormick Place, the city’s convention center, wrapped up three days of events geared at unifying followers and targeting youth.
It had a different tone from a year ago, when Farrakhan made what was called his final public address at a Saviours’ Day event in Detroit. The 74-year-old was recovering from complications from prostate cancer and months earlier had temporarily passed on leadership duties of the organization’s day-to-day activities to an executive board.
http://youdecide08.foxnews.com/2008/02/25/farrakhan-praises-obama-as-hope-of-entire-world/