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Comentário de Julio Severo: O texto abaixo, publicado originalmente no jornal esquerdista The New York Times, foi reproduzido em português pelo portal Terra. Infelizmente, a ênfase e preocupação principal do The New York Times não são a corrupção e a malandragem dos grupos esquerdistas, mas o conservador que os está incomodando. Por pura coincidência, as ONGs desmascaradas receberam milhões de dólares de Obama.
A seguir, matéria do The New York Times com todo o seu peso esquerdista em cima do jovem que está irritando os esquerdistas americanos:
Provocador político irrita esquerda nos EUA pelo YouTube
James E. O'Keefe é um ativista norte-americano de 25 anos cuja câmera escondida eletrizou o Congresso dos Estados Unidos na semana passada ao apresentar vídeos polêmicos mostrando comportamentos impróprios de funcionários de uma associação nacional, a Acorn, que reúne organizações comunitárias e recebe verbas do governo federal. Até mesmo o presidente Barack Obama comentou o fato neste final de semana.
É a pegadinha na era da internet, um instrumento político fatalmente efetivo que O'Keefe ajudou a iniciar entre seus colegas universitários. Ele irritou liberais ao convidá-los a serem amigos de correspondência de terroristas detidos e, mais morbidamente, gravou a equipe da organização de planejamento familiar Planned Parenthood concordando com a condição de que sua doação serviria apenas para o aborto de bebês negros.
Mas nunca seu trabalho teve tanto impacto quanto desta vez em que expôs funcionários da Acorn. Disfarçados de cafetão e prostituta, O’Keefe e uma amiga que conheceu pelo Facebook, Hanna Giles, de 20 anos, realizaram visitas a vários escritórios da organização Acorn e mostraram seus funcionários de baixo-escalão em cinco diferentes cidades ávidos por ajudar em evasão fiscal, tráfico humano e prostituição infantil.
Os vídeos começaram incendiando programas de entrevista conservadores e se disseminaram pela imprensa dos Estados Unidos e pelo Congresso, enquanto O’Keefe e Giles revelavam outros vídeos de mais cidades onde funcionários da Acorn haviam se portado mal. O apresentador Jon Stewart, do célebre programa de TV "Daily Show", do canal Comedy Central, deu destaque para os vídeos e, na quinta-feira, uma proposta na Câmara de Deputados de cortar todo o dinheiro federal para a ACORN foi aprovada por 345 a 75 votos.
Em entrevista telefônica na noite de quinta-feira, enquanto ele editava ainda mais gravações sobre a Acorn, O’Keefe disse que quando aceitou a ideia de Giles para visitarem a associação, "pensei que conseguiríamos alguns trechos" que valeriam a pena postar na web. "Sou um nerd magrelo, o cafetão menos convincente do mundo", disse.
Apesar disso, uma sucessão de funcionários da Acorn aconselhou o casal sobre como traficar garotas salvadorenhas para os Estados Unidos, falsificar um pedido de empréstimo para comprar uma casa que seria usada como bordel e até declarar as prostitutas menores de idade como dependentes, para retornos fiscais.
"Foi uma surpresa absoluta", disse O'Keefe. Mas isso é um padrão frequente em suas excêntricas operações, disse ele: "As pessoas me falam, 'Eles nunca vão dizer sim', mas sempre dizem". Repetidas vezes, seus pedidos encontraram respostas crédulas, ignorantes ou incriminadoras, criando minutos instigantes na internet.
Quando ligou para um escritório da Planned Parenthood em Columbus, Ohio, para dizer que queria financiar abortos de minorias, afirmando que "havia negros demais em Ohio", o assistente administrativo riu ao telefone e concordou com seus termos.
Quando ligou para a filial de Idaho, um prestativo oficial de desenvolvimento lhe disse que "com certeza" poderia direcionar sua doação somente a abortos de bebês afro-americanos, não levantando qualquer objeção mesmo após a explicação de que seu objetivo era proteger seu filho de competição futura no vestibular devido a ações afirmativas.
Em nota na sexta-feira, a Planned Parenthood afirmou que "gravações fortemente editadas e sem consistência foram parte de uma campanha para macular a imagem da Planned Partenhood através de alegações falsas".
A Acorn respondeu inicialmente de maneira semelhante, mas mudou de tom esta semana, dizendo que havia afastado funcionários e melhoraria o treinamento e a supervisão.
O'Keefe já está sendo comparado até mesmo ao célebre documentarista americano Michael Moore. Mas nem todos os conhecidos de O'Keefe concordam. "Michael Moore vai atrás dos ricos e poderosos. James não está fazendo isso. Ele vai atrás de burocratas de baixo escalão e pessoas que estão tentando ajudar pessoas de baixa renda", afirmou um ex-colega da universidade de O'Keefe, Liz Farkas.
Filho de um engenheiro de materiais e uma fisioterapeuta, O'Keefe cresceu em Westwood, Nova Jersey, tornou-se escoteiro e estrelou no musical "Crazy for You" no último ano do colégio. Após se formar em Filosofia da Universidade de Rutgers em 2006, ele trabalhou por um ano no Leadership Institute, grupo sediado nos arredores de Washington que treina jovens conservadores em campi universitários. O'Keefe era "muito eficaz e muito entusiasmado", disse Morton Blackwell, fundador do instituto.
Mas Blackwell conta que O'Keefe foi convidado a se retirar porque havia a preocupação de que seu trabalho em vídeo pudesse violar regras da agência de fiscalização tributária americana que impedem que grupos sem fins lucrativos tentem influenciar a legislação.
O'Keefe disse considerar o escritor britânico G. K. Chesterton sua "referência intelectual" e se chama de "radical progressivo", não um conservador, porque quer mudar as coisas, "não mantê-las". Mas suas opiniões, descritas por ele como pró-mercado e antigoverno, se parecem com o conservadorismo tradicional.
Será que toda cobertura da mídia sobre seu último projeto o tornou célebre demais para se disfarçar novamente? O'Keefe descartou a ideia. "Francamente, estou só começando", disse ele.
Tradução: Amy Traduções
Fonte: The New York Times e Terra
Divulgação: www.juliosevero.com
Secretária de Estado Hillary Clinton confessa que Obama trabalhará para desmantelar as leis mundiais que restringem o aborto
Kathleen Gilbert
WASHINGTON, D.C, 23 de abril de 2009 (LifeSiteNews.com) — Numa audiência da Comissão de Assuntos Externos da Câmara dos Deputados dos EUA ontem, a Secretária de Estado Hillary Clinton foi confrontada em seu compromisso declarado de promover a agenda global da eugenista Margaret Sanger, e foi questionada se o governo de Obama trabalharia para derrubar as leis pró-vida no mundo inteiro — Clinton confirmou essa prioridade.
Numa audiência para debater a política externa do governo de Obama, Chris Smith, deputado federal de Nova Jérsei, questionou Clinton nas declarações dela ao receber o prêmio Margaret Sanger da Federação de Planejamento Familiar em 27 de março. Clinton disse que ela estava “realmente deslumbrada” com a fundadora da Federação de Planejamento Familiar.
“O movimento de direitos reprodutivos do século 20, realmente personificado na vida e liderança de Margaret Sanger, foi um das coisas que mais transformaram a história inteira da raça humana”, Clinton havia dito. Ela também disse que o trabalho de Sanger “ainda não está terminado”.
Smith ontem perguntou para Clinton acerca dos elogios dela à agenda eugênica de Sanger, dizendo que “é extraordinariamente difícil ver como alguém poderia se deslumbrar” com Sanger, que “não guardava segredo nenhum” de suas opiniões.
“Com o respeito devido, senhora secretária, o legado de Sanger foi na verdade de transformação, mas não para melhor, se por acaso somos pobres, sem direitos, fracos, deficientes físicos, negros e bebês em gestação, ou entre os muitos tão chamados seres humanos indesejáveis que Sanger queria excluir e exterminar da raça humana”, disse Smith.
“Os livros e artigos de Sanger exalam desprezo por aqueles que ela considera indignos de viver”, continuou ele. “Sanger era uma eugenista e racista descarada, e eu cito aqui o que ela mesma declarou, “A coisa mais misericordiosa que uma família faz para um de seus bebês é matá-lo”.
“Ela também disse, em outra ocasião, ‘A eugenia é a via mais adequada e completa para solucionar os problemas raciais, políticos e sociais’”.
Smith perguntou, “Como parte do trabalho de Sanger que ainda não foi terminado”, se o governo de Obama busca “de algum modo enfraquecer ou derrubar as leis e políticas pró-vida em países africanos e latino-americanos, quer diretamente ou por meio de organizações multilaterais, inclusive e principalmente as Nações Unidas, a União Africana ou a Organização dos Estados Americanos, ou por meio de financiamento de ONGs como a Federação Internacional de Planejamento Familiar?”
Clinton respondeu: “Tenho a forte opinião de que você tem o direito de promover [o que você quiser] e todos os que concordam com você deveriam ter a liberdade de promover [o que você quiser] em qualquer lugar do mundo, e nós também temos esse direito”. (Vídeo em inglês com as respostas da Secretária Clinton: http://www.youtube.com/watch?v=-gEA97EnxE4)
Clinton confirmou que o governo de Obama define “saúde reprodutiva” como abrangendo o aborto e que “nós somos agora um governo que protegerá os direitos das mulheres, inclusive seus direitos à assistência de saúde reprodutiva”.
O deputado federal Jeff Fortenberry de Nebraska também disse para Clinton que ele estava “pasmo” com o compromisso dela com Sanger, e que ele estava “profundamente entristecido” com a resposta dela ao Dep. Smith.
“Sanger defendia a eliminação dos deficientes físicos, dos oprimidos das crianças negras”, objetou Fortenberry. “Não creio que essas ideologias têm um lugar em nossa sociedade pluralista”.
Condenando o uso de dinheiro de impostos para financiar o aborto em outros países como ”uma forma de neocolonialismo” que é “elitista, paternalista e uma agressão à dignidade dos pobres”, Fortenberry desafiou Clinton em vez disso a adotar uma política externa que “sustente os talentos da mulher e a vida abrigada dentro dela”.
Clinton respondeu frisando que a “escolha” de carregar ou matar um bebê em gestação tem de estar disponível “para todas as mulheres”.
Comentando acerca de uma declaração posterior sobre as observações de Clinton, Smith disse: “É evidente que a senhora Clinton e o presidente Obama querem forçar a tragédia do aborto nas mulheres ao redor do mundo, principalmente e inclusive em países em que líderes democraticamente eleitos querem continuar a proteger seus bebês em gestação.
“Há outros jeitos de se proteger, cuidar e ajudar as mulheres e os bebês, com alimentação, nutrição, água limpa e assistência de saúde que respeite a dignidade da vida”, disse ele.
“A incapacidade da Secretária Clinton de ver isso significará que mais bebês morrerão e mais mulheres sofrerão as conseqüências do aborto como resultado da política externa dos EUA em outros países”.
(Vídeo em inglês com as respostas da Secretária Clinton: http://www.youtube.com/watch?v=-gEA97EnxE4)
Políticas de Obama estão provocando mudanças
© 2009 WorldNetDaily
Uma nova pesquisa de opinião pública do Gallup indica que os americanos estão mudando fortemente para uma posição pró-vida. Essa mudança de posição reflete uma reação à percepção do que significa um verdadeiro pró-aborto para o presidente Barack Obama, de acordo com um analista.
“Barack Obama revelou o que significa ser pró-aborto — abortos financiados pelo dinheiro do contribuinte do imposto de renda, a eliminação de normas de bom senso, a anulação de normas que protegem médicos e serviços de saúde que não querem realizar abortos”, disse Wendy Wright, diretora de Concerned Women for America.
“Ser pró-aborto significa tirar as escolhas das pessoas — o direito à vida do bebê, o direito de uma mulher conhecer os danos do aborto antes de fazer tal cirúrgia, o direito do contribuinte de imposto de renda de não ser forçado a pagar pelo aborto de outras mulheres, a liberdade de serviços de saúde de não participarem de abortos”, disse ela.
A pesquisa do Gallup revelou que 51 por cento dos americanos agora se identificam como pró-vida e 42 como pró-aborto
A pesqsuisa descreveu a mudança como “significativa” em comparação com a pesquisa feita um ano atrás, quando os números eram contrários. Naquele ponto, 50 por cento se consideravam pró-aborto e 44 por cento se consideravam pró-vida.
Numa declaração, Wright comentou que o ultra-som é mais acessível agora, e as mulheres estão mais abertas a expressar remorso de abortos que fizeram. Mas ela disse que o acontecimento mais importante é o presidente mais pró-aborto da história dos EUA.
A pesquisa do Gallup disse: “É possível que, por meio de suas políticas de aborto, Obama esteja empurrando um pouco o público a entender que ser pró-aborto é ser politicamente esquerdista. Embora os democratas apóiem isso, como geralmente eles apóiam tudo o que Obama está fazendo, isso pode estar levando os outros na direção oposta”.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND
Para ler sobre Obama e sua obsessão de promover o aborto, veja estes artigos:
Tortura e morte no governo de Obama? Só para os inocentes
O primeiro ato de Obama como presidente
Rabinos dos EUA mostram solidariedade ao Vaticano contra medidas anti-vida de Obama
Estimados amigos
A ONU, controlada por radicais, esperou Bush sair do governo para poder iniciar suas reunião para a implantação de poderosas políticas globais de aborto e perversão sexual.
Veja meu importante alerta aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2008/12/o-que-esperar-de-barack-obama.html
O Brasil está tendo papel de destaque nessas reuniões, promovendo “direitos reprodutivos”, que é uma linguagem camaleônica para esconder a promoção do aborto. Isto é, a delegação diplomática do Brasil, que é sustentada pelos suados impostos que VOCÊ paga, está representando o Brasil — inclusive VOCÊ — ao defender o aborto na ONU.
Não é preocupante que seus impostos estão sendo usados para pagar o salário, viagens e despesas altíssimas de indíviduos totalmente ineptos que trabalham para promover o assassinato de crianças?
Se você está revoltado, ajude a divulgar este email.
Julio Severo
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Delegações latino-americanas parecem trair eleitores pró-vida de seus países
Dr. Piero A. Tozzi
(NOVA IORQUE — C-FAM) Líderes pró-vida da América Latina estão questionando a atuação de suas delegações este ano na reunião da Comissão sobre População e Desenvolvimento (CPD) das Nações Unidas, e o quadro é preocupante. O Brasil, com o apoio do Uruguai, promoveu “direitos reprodutivos*” durante a semana inteira em que durou a sessão, enquanto só dois países — Peru e Chile — mostraram reservas afirmando que o aborto permanece ilegal em seus países.
Com o começo da conferência da CPD na semana de 30 de março, países do mundo em desenvolvimento conhecidos como o G-77 se reuniram para desenvolver posições comuns, principalmente sobre a polêmica linguagem de “direitos sexuais e reprodutivos” que apareceu na resolução inicial que foi rascunhada.
Muitos países, principalmente muçulmanos, propuseram que tal linguagem não era apropriada para a Segunda Comissão da Assembléia Geral, cuja competência são questões econômicas e financeiras, mas em vez disso deveria ser debatida na Terceira Comissão, que rotineiramente lida com questões sociais polêmicas. Isso deveria ter sido uma vitória para os ativistas pró-vida. Contudo, o Brasil, o Uruguai e a Colômbia bloquearam a proposta, enquanto as delegações do Chile, Peru e Honduras deram apoio tácito à posição do Brasil.
Durante todas as negociações, o Brasil adotou posições radicais a favor de direitos reprodutivos*, e recebeu apoio freqüente do Uruguai. Fontes informaram Friday Fax que o Brasil estava “trabalhando” em particular com as delegações da Argentina e Peru para que também adotassem posições mais extremas.
A atuação dos representantes de Honduras, um país fortemente pró-vida cuja constituição estabelece que as crianças em gestação geralmente possuem os mesmos direitos das crianças nascidas, foi especialmente desapontadora. Fontes dentro das negociações informaram Friday Fax que em certas ocasiões parecia que a delegação mais radical do Uruguai teve permissão de falar por Honduras, e que Honduras emprestou seu nome para duas propostas polêmicas, uma das quais reivindicava a introdução da linguagem “serviços de saúde reprodutiva” que alguns interpretaram como incluindo aborto.
A delegação do Uruguai foi criticada como sendo dirigida por ideologias. Um ano atrás, o Uruguai foi representado na CPD por um demógrafo profissional do Instituto Nacional de Estadistica que fez uma apresentação objetiva e não ideológica sobre os desafios que uma população cada vez mais envelhecida e a emigração de jovens representam para o desenvolvimento nacional do Uruguai. No entanto, neste ano o Uruguai enviou um representante político do Ministério das Relações Exteriores que elogiou iniciativas para realizar a “redução da fertilidade” como parte de medidas contínuas de “saúde sexual e reprodutiva”.
Em contraste, apesar dos esforços de certos delegados pró-aborto do México, inclusive um que foi nomeado do Grupo de Información en Reproducción Elegida, para levar a delegação mexicana a avançar a linguagem de direitos reprodutivos, no meio da semana o México moderou sua postura. Alguns atribuíram isso à intervenção direta da presidência mexicana. Alguns discerniram uma mudança semelhante na posição do Peru durante o decorrer da semana.
No final da conferência, só o Peru e o Chile concluiriam explicitamente defendendo as leis e constituições pró-vida de seus países, com a declaração peruana sendo a mais forte dos dois. Outros países latino-americanos cujas constituições explicitamente protegem os bebês em gestação, inclusive a Guatemala e o Paraguai, permaneceram em silêncio.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
O messias virou Herodes. Obama assina ordem presidencial para exportar aborto no mundo inteiro
Julio Severo
A esquerda mundial está alegre e comemorando. No segundo dia depois de sua posse, Obama assinou ordem presidencial proibindo a prática da tortura em terroristas sob interrogatório de militares dos EUA. Tortura para criminosos perigosos e desumanos? Nunca mais!
A esquerda mundial está pulando de alegria. Os promotores do aborto receberam um presente importante e multimilionário. Obama assinou, apenas 3 dias depois de sua posse, uma ordem presidencial para permitir a exportação do aborto no mundo inteiro.
Nos procedimentos de aborto, que são permitidos nos EUA durante todos os nove meses de qualquer gravidez, bebês em gestação são dilacerados vivos por instrumentos cirúrgicos, esmagados ou até mesmo envenenados com soluções de sal, que lhes dão a agonia de sofrer lenta queimação até o último minuto de vida. Tortura nunca mais? Para os bebês em gestação, não. Não no governo obâmico, que já providenciou a exportação e financiamento dessa tortura aos inocentes do mundo inteiro.
No governo obâmico, compaixão só para terroristas
A esquerda, que tem horror da pena de morte para assassinos, porém adora-a para bebês em gestação, aprovou a decisão de Obama. Agora, terroristas estão a salvo de torturas em interrogatórios militares. Para que possam obter a mesma misericórdia de Obama, que agora acha que tem nas mãos o poder de decidir a vida e a morte, os bebês em gestação precisarão conquistar a classificação de terroristas. Sem isso, eles não terão chance.
Lula e todos aqueles que lutam pela aprovação do aborto no Brasil estão contentes. Afinal, o impacto internacional da decisão de Obama incluirá inevitavelmente o Brasil.
A decisão presidencial dele, que ordena a canalização e o financiamento de milhões de dólares do governo dos EUA para organizações envolvidas na promoção e realização de abortos, afetará diretamente o bolso dos trabalhadores americanos, que serão obrigados a sustentar esse investimento colossal no derramamento de sangue inocente. O mundo todo sofrerá as consequências, onde no nome da "liberdade de escolher" o governo socialista de Obama está impondo sua vontade pró-aborto, doa a quem doer.
Nem todo presidente americano tinha essa propensão de gastar dinheiro público no aborto. Ronald Reagan, que foi o primeiro presidente dos EUA a escrever um livro evangélico contra o aborto, instituiu a Política da Cidade do México, que proibia o governo americano de financiar o aborto nos outros países. No passado ele era do partido de Obama, abandonando-o por ver suas políticas como na contramão das necessidades das famílias. Ao contrário de Obama, que é famoso pelo apoio ao aborto, Reagan se tornou mais conhecido por defender publicamente os valores da família e por ser contra o aborto.
Apesar de ter sido assistida por cerca de 37,8 milhões de pessoas em 2009 — com a mídia americana e internacional espetacularmente aos seus pés —, a posse de Obama não é a maior de todos os tempos. Em audiência, a posse dele perdeu para a de Reagan, que — mesmo sem a messiânica cobertura midiática que Obama recebeu — atraiu cerca de 41,8 milhões de telespectadores em 1981.
Por que o público americano mostrou mais interesse em Reagan do que Obama? Se Obama parasse de apoiar o aborto, certamente ele receberia muito mais apoio do povo americano.
Em 16 de janeiro de 2009, 77 membros do Congresso dos EUA pediram a Obama que não revogasse a Política da Cidade do México. Os deputados Doug Lamborn e Joe Pitts disseram: "Nestes tempos econômicos difíceis, o povo americano não gostaria que financiássemos organizações que estão tentando exportar o aborto no mundo inteiro". Apesar da grave crise econômica e dos pedidos desses deputados, Obama assinou o financiamento multimilionário. Apesar de tantas necessidades mais urgentes da população mundial, ele deu preferência ao aborto.
Uma "mudança" antiga
Obama, que ganhou a eleição usando o lema da "Mudança", comprova que, sem Jesus, mudança é impossível. Há décadas o partido dele tem uma agenda obsessiva de aborto. Com a vitória de Obama, a única "mudança" é que o aborto agora será promovido de forma mais agressiva nos outros países.
Obama prossegue o legado de Bill Clinton, outro presidente que defendia o aborto. Como é que uma autoridade que defende o assassinato de inocentes pode ter uma vida íntegra? Não pode. Não é surpresa, pois, que o governo de Clinton tenha sido marcado por muitos escândalos, inclusive famosos casos sexuais de Clinton com várias mulheres.
Ele, que era considerado "campeão" na defesa do "direito de as mulheres interromperem a gravidez", foi acusado até de estupro. Ele tinha então suas razões para apoiar o aborto.
Contudo, não faltou uma voz para repreendê-lo. Em 1994, com a idade avançada de 83 anos, Madre Teresa de Calcutá, convidada para uma reunião presidencial de oração, abriu a boca, enquanto pastores e outros líderes religiosos permaneceram em silêncio. Ela cobrou Clinton publicamente pelo pecado do aborto. É desnecessário dizer que ele nunca mais a convidou para tais reuniões de oração — onde o que predominava era a adulação. Mas o recado foi dado. Ninguém se lembra das mensagens e orações dos outros líderes cristãos, mas o testemunho dela ficou na história.
Os pastores convidados de Clinton evitavam repreendê-lo, para não atrapalhar uma sonhada conversão dele. Afinal, deve-se orar pelas autoridades. Assim, eles oravam suas orações — e ele nunca se converteu. Mas uma mulher humilde deixou seu testemunho e marca, que valeram mais do que as palavras suaves, bonitas e vazias de um exército de pastores.
Hoje, celebridades evangélicas sentam-se à mesa com Obama, para celebrar a vitória do primeiro presidente afro-americano. Mas celebrar um homem que segue a linhagem pró-aborto e pró-homossexualismo de Clinton? Celebrar o que?
A linhagem de Acabe
Obama também segue a linhagem do rei Acabe, que promovia a adoração ao deus Baal. Não que ele adore Baal, mas a adoração a esse deus envolvia o sacrifício de bebês recém-nascidos e a prostituição homossexual. Qualquer semelhança com o governo de Obama (ou com o governo de Lula) é mera coincidência?
Os novos reis Acabes, tanto nos EUA quanto no Brasil, querem a promoção mundial do sacrifício de bebês recém-nascidos e da prostituição homossexual. Eles falam de mudança, mas nada mudou, depois de milhares de anos desde o primeiro Acabe. A diferença é que o Brasil tem um Acabe pobre e os EUA têm um Acabe rico, que pode provocar prejuízos muito maiores às nações.
Em passado recente, os socialistas pregavam incessantemente contra o "imperialismo americano". Agora que o imperialismo pró-aborto de Acabe chegou, eles escolhem o silêncio. Acabe — isto é, "mudança" — chegou ao governo americano.
O mundo precisa de mudança. O mundo deseja mudança. Mas tudo o que o mundo consegue obter são Acabes, que prometem "liberdade de escolha", mas produzem sacrifício de bebês recém-nascidos e prostituição homossexual.
"Prometem liberdade, mas eles mesmos são escravos da corrupção, pois o homem é escravo daquilo que o domina". (2 Pedro 2:19)
Clinton é prova disso. No meu livro O Movimento Homossexual, publicado há dez anos pela Editora Betânia, eu denunciei Clinton e sua promoção do homossexualismo e aborto, pois as decisões dele afetavam não só os EUA, mas também o mundo, inclusive o Brasil.
Enquanto líderes evangélicos participantes das reuniões de oração de Clinton calavam, ele trabalhava em sua agenda de aborto e homossexualismo.
Enquanto líderes evangélicos celebram o primeiro presidente afro-americano, Obama trabalha em sua agenda de aborto e homossexualismo.
Com Clinton ou Obama, Madre Teresa não se calaria nem celebraria. Ela morreu em 1997, porém onde estão hoje os cristãos verdadeiros para — em vez de celebrarem ou calarem — chorarem diante de Deus e darem continuidade a corajosos testemunhos diante dos Acabes?
Ela fez a parte dela diante de Clinton. Façamos a nossa diante de Obama.
Fonte: www.juliosevero.com
Patrick Buchanan
É dito que Barack Obama irá enfrentar o pior cenário desde a Grande Depressão. Sem querer minimizar a crise na qual estamos, é preciso colocar esse assunto na perspectiva correta.
A Grande Depressão começou com o Grande Crash de 1929. Em 1931, o desemprego alcançou a marca de 16 por cento.
Em 1933, as bolsas de valores haviam desabado 89 por cento, a economia encolheu em um terço seu valor, milhares de bancos faliram, um terço da provisão de dinheiro se perdeu, e o desemprego atingiu 25 por cento – entre os chefes de família. E naqueles dias não havia seguro-desemprego, seguro-saúde, seguridade social, política de bem-estar social.
A resposta de Franklin Delano Roosevelt (FDR): grandes gastos de dinheiro por parte do governo federal, através de novas regras sobre os negócios e maiores impostos – como fez Herbert Hoover antes dele, só que de forma mais aguda.
A depressão durou até as encomendas de Guerra vindas dos Aliados trazerem a indústria Americana de volta a vida. Antes de 1940, em nenhum momento a taxa de desemprego caiu abaixo de 14 por cento. Em Maio de 1939, o secretário do tesouro Henry Morgenthau testificou:
“Nós estamos gastando mais dinheiro do que nunca, e isso não funciona... Eu quero ver este País próspero. Eu quero ver pessoas conseguindo seus empregos. Eu quero ver pessoas tendo o que comer. Nós nunca fizemos de nossas promessas realidade. ...Em oito anos passados dessa administração nós temos o mesmo desemprego que tínhamos em seu início...e uma dívida pública enorme”
Politicamente, o New Deal foi um sucesso estrondoso, com as vitórias de FDR em 1932, 1934 e 1936 virtualmente varrendo o Partido Republicano do mapa.
Porém, economicamente, o New Deal foi um fracasso, falhando em sua missão de restaurar a prosperidade. Mesmo com o doutrinamento de gerações de crianças pela propaganda do New Deal, essa é a dura realidade.
Considere, agora, como Ronald Reagan respondeu a crise econômica de 1980, a pior desde a Depressão. Durante a “Estagniflação” da era Jimmy Carter, as taxas de juros haviam alcançado 21 por cento e a inflação 13 por cento.
A resposta de Reagan foi o arrocho monetário imposto pelo presidente do Fed Paul Volcker e cortes de impostos em 25 por cento, enquanto diminuía o topo das taxas de 70 para 28 por cento.
Quando o desemprego alcançou 10 por cento em 1982, Reagan perdeu 26 assentos na Câmara dos Deputados. Porém, em 1983, os cortes de impostos surtiram efeito.
Dalí em diante veio o tempo de bonança da era Reagan, com a criação de 20 milhões de novos empregos. “Os Sete Anos Gordos”, como o autor Robert Bartley os chamou.
Reagan seguiu o exemplo de Warren Harding e Cal Coolidge, que cortaram os impostos da época de guerra de Woodrow Wilson de 70 para 25 por cento, levando aos “Fantásticos anos 20”, um tempo de prosperidade sem igual.
O corte de impostos que JFK fez nos anos de 1960, que também foi um exemplo para Reagan, foram igualmente bem sucedidos.
Harding, Coolidge, JFK e Reagan: todos apostaram no setor privado com o motor da prosperidade. E todos foram bem sucedidos. Franklin Roosevelt apostou no governo. E o New Deal falhou. Foi a Segunda Guerra Mundial que tirou os EUA da Depressão dos anos de 1930.
Agora vem o colapso do sistema financeiro e a crise econômica de 2008, herdada por Obama, com 40 por cento de perdas nas bolsas em 1 ano, falências e desemprego próximo de 7 por cento e crescendo.
Na busca por soluções, Obama parece estar deixando de lado os modelos Reagan, JFK e Harding-Coolidge, e olhando para FDR e os Democratas do New Deal.
Já assumindo com US$ 1,2 Trilhão de déficit no ano terminado em 30 de Setembro (algo como 8 por cento do PIB Americano), Obama pretende adicionar um programa de estímulo de US$ 700 Bilhões a US$ 1 Trilhão (outros 5 a 7 por cento do PIB). O déficit resultante será o dobro do maior déficit de Reagan, de 6 por cento do PIB, o qual foi o maior desde a Segunda Guerra Mundial.
E como essa montanha de dinheiro será gasta?
Centenas de Bilhões serão dados em cheques de US$ 500 a US$ 1,000 para assalariados e indivíduos que nem sequer pagam impostos. Isso é similar a iniciativa de George McGovern de 1972, quando cada homem, mulher e criança, se não me falha a memória, deveria receber um cheque do governo dos EUA.
Outras centenas de bilhões irão para gastos estaduais e municipais. Outras centenas de bilhões irão para projetos de “infra-estrutura”, outro nome para “gasto desnecessário de dinheiro”.
Agora, como Obama não pretende aumentar impostos, pelo menos não agora, ele irá ter que emprestar algo como US$ 2 trilhões de Estrangeiros e contribuintes Americanos; ou o Fed terá que criar o dinheiro. Inegavelmente, isso terá impacto na economia. Mas qual será esse impacto?
Onde na história, fora o período da Segunda Guerra Mundial, existe evidência de que tamanho gasto público restaurou a prosperidade?
Obama e os Democratas estão fazendo uma aposta histórica, não apenas com as carreiras deles, mas com um país inteiro. Se esse monstruoso pacote de estímulo, mais os milhões em dinheiro vivo, não funcionarem; e se os dois inflamarem a inflação, mais do que o crescimento econômico, não teremos mais saída. A caixa de ferramentas estará vazia.
E o que virá, isso sim, pode sim lembrar os anos de 1930.
Traduzido e adaptado por: Daniel Souza para o site www.vigilanciademocratica.org
Let me I pass along to you a statistic reported in the Jewish World Review
:The article goes on:
Barack Obama and his wife, Michelle, earned between $200,000 and $300,000 a year between 2000 and 2004, and they donated less than 1 percent to charity. When their income soared to $4.2 million in 2007, their charitable contributions went up to 5 percent.
Joe and Jill Biden, by contrast, made $319,853 and gave $995 to charity in 2007, or 0.3 percent of their income. And that was during the year Biden was running for president. Over the past 10 years, the Bidens earned $2,450,042 and gave $3,690 to charity -- or 0.1 percent of their income.
In other words, taxes have ALREADY been raised on the rich, and have been raised for years, and the Democrat party members seem not to have noticed.
P.S. The man writing the article. Mr. Larry Elder, is a gentleman of color, so if you disagree with his conclusions or have an issue with his ideas, you are a racist. There! That will silence all nonconformity!
I believe there is an article appearing in the Kansas City Star
which
explains the logic: any disagreement with a black man is a code word
for racism. I note with approval the universal condemnation that pours
from the comments box, unremittingly calling the author, a Mr. Diuguid,
to task for the breathtakingly foolish assertions.Fonte: http://johncwright.livejournal.com/193437.html
Com a iminente oficialização da candidatura de Barack Obama à presidência dos EUA, torna-se cada dia mais forte a exposição, pela grande mídia, de uma pergunta capciosa: “Estarão os EUA preparados para ter seu primeiro presidente negro?”.
O que na aparência é uma simples pergunta, na verdade esconde em si uma série de armadilhas retóricas. Essa linha de raciocínio não é nova, muito menos o populismo messiânico esbanjado pelo candidato que, sem dúvida, é o escolhido da mídia mundial.
Já que vamos falar das armadilhas retóricas montadas pela imprensa e pelo próprio candidato, analisemos a frase:
Parte 1: “Estarão os EUA preparados para…”
Já na primeira parte da pergunta vemos o quão invertidos estão os papéis nesse caso. São os EUA que devem provar estar preparados para Obama? Não seria Obama, um candidato inexperiente e até há pouco tempo desconhecido do grande público, quem deveria mostrar seu preparo para comandar a maior economia do planeta?
Sem dúvida se trata de um grande orador, com apuradas técnicas retóricas; mas quais as suas credenciais administrativas, político-econômicas e diplomáticas? Nenhuma, fora o fato de já ter dito que não vê problema algum em dialogar com terroristas (Hamas) e com países que diariamente trabalham para a destruição dos EUA (Cuba e Irã). Para nós, no Brasil, há ainda um plus: Obama já disse que considera a Amazônia um “recurso global”.
Parte 2: “…ter seu primeiro presidente negro?”
Aqui é feito o gran finale da amarração retórica: quem não vota em Barack Hussein Obama é racista. Não tem importância se o cidadão escolhe votar em John McCain por convicções pessoais: é racista.
Se uma pessoa não vota no Candidato Democrata por achar que ele é despreparado e inexperiente (além de cultivar ligações perigosas), logo se trata de um WASP (White Anglo-Saxan and Protestant) querendo manter o establishment que garante os seus privilégios sobre a “classe oprimida”. Obviamente que se trata de uma “classe oprimida” que possui toda sorte de super-poderes, inclusos aí cotas em universidades e em empregos públicos.
Porém, ainda mais perverso é o seguinte: o único lado que demonstrou preconceito até o momento foi o de Obama. Descaradas manifestações de apoio por parte dos black panthers (grupo que prega a supremacia negra), aliadas às declarações de Jeremy Wright, pastor da igreja que Barack Obama freqüentava, cheias de conteúdo odioso contra aos EUA e a população branca. Isso sem contar as denúncias de que Obama teria empregado em seu gabinete no Senado dois membros do grupo ultra-radical Nation of Islam.
Conclusão: nada disso importa para a mídia.
A mídia mundial irá continuar apoiando Obama. Exceção feita a uns poucos veículos nos EUA, todos os grandes jornais, canais de TV e sites na internet estão claramente do lado Democrata. É grande a desproporcionalidade entre o número de eleitores republicanos dentro das redações e na população em geral.
As primeiras denúncias contra o racismo dentro da campanha de Obama surgiram na internet, para depois de muito tempo explodirem na grande mídia, quando o silêncio acerca desses fatos se tornou impossível. Mas será que os fatos e notícias vinculados por blogs independentes serão capazes de fazer frente ao poder de Obama na mídia? Fica a pergunta.
Daniel Souza